sexta-feira, 12 de abril de 2013

efeitos



Eu acredito na forma mais linda se expressar o amor, aquela que se aprende a amar e se torna um grande amor.



Medo da confusão.

''Sentia vontade de beijá-lo e dizer ‘eu te amo’, mas não sabia até que ponto isso poderia ser verdade. Queria chamá-lo de ‘lindo’, ‘amor da minha vida’ e dizer que o desejava para sempre.
Cada vez que lembrava a magia que era aquele ‘amor’ fechava os olhos involuntariamente. Era impossível não lembrar, vivera momentos intensos com ele.
Então, deitou-se pensando no que isso tudo significava, e porque sentia esses sentimentos de amor ou sintomas dele.''

- Eu tenho que deixar de ser bobalhona, ficar esperando, e esperando, por horas, só por uma resposta simples. Eu me apaixono e viro tola, fico feliz apenas com o sorriso dele, e perguntando o que são todas essas coisas que eu to sentindo quando estou com ele? Porque eu não senti isso antes? Será que pode ser carência? Mas eu não sinto vontade de abraçar mais ninguém, só ele! Estou enlouquecendo, eu acho que tudo isso é um reflexo do passado, a vida pode está querendo, agora, a minha inocência de amar.
Quando nos encontramos da ultima vez, algo já havia mudado, as expressões do rosto de Jack diziam muito sobre ele. Eu apenas recuei, tentai não me envolver, na verdade, eu sabia que ele tinha enterrado o amor doído. Era o mínimo que ele poderia fazer pelo seu próprio amor e pelo amor inculto. Todos os indícios apontavam para uma forte resposta, e tudo se transformava ambíguo. Era quase impossível não pensar.
Eu sei, mudaram os papéis, e a minha missão agora, é amar.
Mas agora, é tarde demais.
A euforia expirou, o desejo pereceu, não existe mais amor onde houve dor, aquele amor que era notório ao coração. Não era mais.
Já não sorria como antes, e seus abraços estavam mornos, embora eu o amasse muito, mas mornos.
Tudo mudou. Mudamos.


O que sobraram foram os cacos, e deles, fizeste uma ilusão.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

manifesto da minha lamúria




Era tão óbvio que se tornava oculto.
Era triste, mas riamos todas as madrugadas.
Eu nunca amei alguém como odiei também.
Jamais pensei em te ter ao meu lado, era apenas gratidão.
A ideia de te amar talvez fosse apenas um reflexo.
A maneira de tocar era pura excitação,
Até suportava a fantasia crua da emoção,
Mas também não atiçava minha alma.
Perguntava-me e obtinha a resposta simultaneamente.
Era um abismo intransponível,
Antagônicos e tão iguais.