Medo da confusão.
''Sentia vontade de beijá-lo e dizer ‘eu te amo’,
mas não sabia até que ponto isso poderia ser verdade. Queria chamá-lo de
‘lindo’, ‘amor da minha vida’ e dizer que o desejava para sempre.
Cada vez que lembrava a magia que era aquele ‘amor’
fechava os olhos involuntariamente. Era impossível não lembrar, vivera momentos
intensos com ele.
Então, deitou-se pensando no que isso tudo
significava, e porque sentia esses sentimentos de amor ou sintomas dele.''
- Eu tenho
que deixar de ser bobalhona, ficar esperando, e esperando, por horas, só por
uma resposta simples. Eu me apaixono e viro tola, fico feliz apenas com o
sorriso dele, e perguntando o que são todas essas coisas que eu to sentindo
quando estou com ele? Porque eu não senti isso antes? Será que pode ser
carência? Mas eu não sinto vontade de abraçar mais ninguém, só ele! Estou
enlouquecendo, eu acho que tudo isso é um reflexo do passado, a vida pode está
querendo, agora, a minha inocência de amar.
Quando nos
encontramos da ultima vez, algo já havia mudado, as expressões do rosto de Jack
diziam muito sobre ele. Eu apenas recuei, tentai não me envolver, na verdade,
eu sabia que ele tinha enterrado o amor doído. Era o mínimo que ele poderia
fazer pelo seu próprio amor e pelo amor inculto. Todos os indícios apontavam
para uma forte resposta, e tudo se transformava ambíguo. Era quase impossível
não pensar.
Eu sei,
mudaram os papéis, e a minha missão agora, é amar.
Mas agora, é
tarde demais.
A euforia expirou,
o desejo pereceu, não existe mais amor onde houve dor, aquele amor que era
notório ao coração. Não era mais.
Já não
sorria como antes, e seus abraços estavam mornos, embora eu o amasse muito, mas
mornos.
Tudo mudou.
Mudamos.